Psiquiatria intervencionista reúne recursos indicados quando psicoterapia e medicação de primeira e segunda linha não trazem resposta suficiente, como nos casos de depressão resistente ao tratamento e transtorno bipolar de difícil controle. Cetamina e eletroconvulsoterapia entram nesse grupo, sempre com indicação criteriosa e ambiente clínico estruturado. O Dr. Hugo Salmen NÃO realiza esses procedimentos no momento: há um projeto em estruturação em Uberlândia, integrado a uma clínica de tratamento da dor em parceria com anestesiologista, com previsão de início em 2027. Hoje, pacientes com essa indicação são orientados e encaminhados a serviços especializados.
Quando os Tratamentos Convencionais Não São Suficientes?
Para a maioria dos pacientes, psicoterapia e medicação de primeira e segunda linha trazem resposta satisfatória. Mas existe uma parcela de pacientes (os casos de depressão resistente ao tratamento e transtorno bipolar de difícil controle) para quem essas estratégias não são suficientes, mesmo quando bem conduzidas. Esses pacientes exigem recursos adicionais, oferecidos dentro de um ambiente clínico estruturado e com indicação criteriosa.
O Dr. Hugo Salmen (CRM-MG 116160 | RQE 71979) está estruturando, em Uberlândia, um projeto de expansão que integra uma clínica de tratamento da dor à psiquiatria intervencionista, em parceria com anestesiologista.
Importante: o Dr. Hugo Salmen não realiza cetamina nem eletroconvulsoterapia no momento. O projeto tem previsão de início em 2027. Esta página é informativa: explica o que são esses recursos e em que casos são considerados. Pacientes com essa indicação são hoje avaliados e encaminhados a serviços especializados, mantendo o acompanhamento psiquiátrico de base no consultório de Uberlândia ou por telemedicina.
O que Está Previsto para 2027 no Projeto de Uberlândia?
Os itens abaixo descrevem o escopo planejado do projeto. Nenhum deles está disponível hoje.
- Indicação criteriosa para cetamina, recurso terapêutico estudado para casos selecionados de depressão resistente.
- Indicação criteriosa para eletroconvulsoterapia (ECT), procedimento com décadas de evidência científica para quadros graves e refratários, realizado sempre com acompanhamento anestesiológico.
- Abordagem para dor crônica associada a sofrimento psíquico, reconhecendo a relação frequente entre dor persistente e condições psiquiátricas.
- Reavaliação e acompanhamento especializado contínuo, com critérios claros de indicação e monitoramento próximo da resposta ao tratamento.
Cetamina ou ECT: Qual a Diferença Entre os Dois Recursos?
| Recurso | Indicação típica | Condução |
|---|---|---|
| Cetamina | Depressão resistente, após tentativas medicamentosas convencionais bem conduzidas | Ambiente clínico controlado, com monitoramento durante e após a aplicação |
| Eletroconvulsoterapia (ECT) | Depressão grave refratária, casos com risco de vida ou sintomas psicóticos associados | Sob anestesia geral, com equipe multidisciplinar e monitoramento rigoroso |
Nenhum desses recursos é indicado como primeira linha ou para qualquer paciente com sintomas leves a moderados. Ambos exigem avaliação cuidadosa de riscos, benefícios e alternativas já tentadas antes da indicação.
O que Caracteriza uma Depressão Resistente ao Tratamento?
Nem toda depressão que não melhorou é resistente. Antes de usar esse rótulo, a psiquiatria verifica se as tentativas anteriores foram, de fato, bem conduzidas: se a medicação foi usada em dose adequada, por tempo suficiente para que o efeito pudesse aparecer, e com adesão regular. Um tratamento interrompido na terceira semana, ou tomado de forma irregular, não é um tratamento que falhou, e sim um tratamento que não chegou a ser testado. A página sobre depressão resistente detalha esse percurso de avaliação.
A segunda pergunta é se o diagnóstico está correto. Quadros tratados como depressão unipolar que na verdade são transtorno bipolar respondem mal ao tratamento antidepressivo isolado, e essa confusão diagnóstica é uma das causas mais frequentes de aparente resistência. O mesmo vale para condições que se sobrepõem ao humor: transtornos de ansiedade não tratados, uso de álcool ou outras substâncias, insônia crônica e sofrimento ligado a um contexto de vida que permanece inalterado.
Há ainda a investigação clínica: alterações de tireoide, anemia, deficiências nutricionais, apneia do sono, dor crônica e efeitos de outros medicamentos em uso podem sustentar sintomas depressivos que não cedem enquanto a causa de base não é tratada. É por isso que a avaliação de um caso resistente começa por revisar história, exames e conduta, e não por escalar direto para recursos de maior complexidade.
O que é Possível Fazer Hoje, Antes de 2027?
Enquanto o projeto intervencionista não está disponível, o que está ao alcance do paciente é a reavaliação psiquiátrica cuidadosa do quadro. Esse é o passo que, de qualquer forma, precederia qualquer indicação de cetamina ou ECT. Essa reavaliação acontece na consulta psiquiátrica convencional, disponível hoje no consultório de Uberlândia, no consultório do Rio de Janeiro ou por telemedicina, para pacientes de qualquer região.
Na prática, ela envolve reconstruir a linha do tempo do tratamento, revisar cada estratégia já tentada e por quanto tempo, reexaminar a hipótese diagnóstica, investigar causas clínicas associadas e ajustar a conduta a partir daí. Isso inclui, quando indicado, o encaminhamento a serviços especializados que já realizam procedimentos intervencionistas. Um caso que não respondeu a tratamentos anteriores não é um caso sem saída; na maior parte das vezes é um caso que ainda não foi reavaliado por inteiro.
Já tentou vários tratamentos sem resposta adequada?
Antes de qualquer indicação de recurso intervencionista, o passo é a reavaliação do quadro: dose, tempo de uso, adesão e a própria hipótese diagnóstica. Essa investigação é feita na consulta psiquiátrica, disponível hoje.
Agendar Reavaliação PsiquiátricaPor que Isso Importa para Quem Tem Depressão Resistente?
Recursos como cetamina e eletroconvulsoterapia não são indicados para todos os pacientes, nem deveriam ser oferecidos como solução rápida fora de um contexto clínico criterioso. São ferramentas legítimas e respaldadas por evidência científica para casos específicos de maior complexidade, e sua indicação exige avaliação cuidadosa dos riscos, benefícios e alternativas já tentadas.
Limitações importantes: nenhum desses recursos substitui a investigação completa da causa do sofrimento, incluindo condições clínicas associadas, uso de substâncias e fatores psicossociais. A indicação também não é definitiva: exige reavaliação e acompanhamento contínuo da resposta obtida. Este projeto, previsto para 2027, amplia o arsenal terapêutico disponível para pacientes que não encontraram resposta adequada em abordagens convencionais, sem substituir o acompanhamento psiquiátrico de base descrito nas páginas de tratamento de depressão e transtorno bipolar.
Perguntas Frequentes
O projeto de psiquiatria intervencionista já está em funcionamento?
O projeto está em fase de estruturação em Uberlândia, com previsão para 2027. Pacientes interessados podem entrar em contato para acompanhar o desenvolvimento e serem orientados sobre alternativas disponíveis até lá.
Cetamina para depressão é segura?
Em contexto clínico controlado e com indicação criteriosa, é um recurso estudado para depressão resistente, mas não é isenta de riscos nem indicada para todos os pacientes. A decisão exige avaliação cuidadosa em ambiente médico estruturado.
Eletroconvulsoterapia (ECT) ainda é usada hoje em dia?
Sim. Tem décadas de evidência científica para quadros graves e refratários, realizada sob anestesia geral e monitoramento rigoroso. É segura quando bem indicada e conduzida por equipe qualificada.
Quem pode ser candidato a esses tratamentos?
Pacientes com depressão resistente ao tratamento (quadro em que não houve resposta adequada após pelo menos duas tentativas medicamentosas bem conduzidas, em dose e tempo suficientes) ou com transtorno bipolar de difícil controle podem ser avaliados, sempre após investigação completa de causas e tratamentos anteriores. Esse critério de resistência é o adotado na literatura psiquiátrica de referência (ver fontes ao final da página: ABP e NIMH).
Como recebo informações sobre o projeto em Uberlândia?
O contato pode ser feito pelo WhatsApp (21) 99754-7007. A equipe orienta sobre o andamento do projeto e sobre alternativas disponíveis no momento.
Acompanhe o Projeto de Psiquiatria Intervencionista
O Dr. Hugo Salmen (CRM-MG 116160) orienta pacientes de Uberlândia e região sobre o desenvolvimento deste projeto, previsto para 2027. O que está disponível hoje é a consulta psiquiátrica no consultório de Uberlândia (presencial ou por telemedicina), com reavaliação do quadro e, quando indicado, encaminhamento a serviços especializados.
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